Mercado Primário VS Mercado Secundário na TOKENIZAÇÃO

Mercado Primário VS Mercado Secundário na TOKENIZAÇÃO

Com a tokenização não é muito diferente, mas tudo se torna maior, mais eficiente, barato e promissor.

Uma das principais motivações para uma empresa ter interesse em entrar no mercado de ofertas públicas é levantar capital, onde uma fatia da propriedade da empresa é vendida por meio de uma distribuição de ações para novos investidores.

Vamos falar sobre mercado primário e mercado secundário;

O Mercado Primário no mundo tradicional é aquele que ocorre quando uma empresa faz a Oferta Pública Inicial de suas ações, ou lançamento de novas ações na Bolsa de Valores como forma de captar recurso. Nesse momento inicial, os investidores compram essas ações direto das empresas.

Já o Mercado Primário tokenizado é aquele que ocorre quando uma empresa faz a Oferta Pública ou Privada Inicial de seus tokens como forma de captar recurso. Nesse momento inicial, os investidores compram esses tokens direto das empresas que são donas dos ativos, mas onde mas tudo se torna mais transparente pois é utilizada blockchain.

Uma vez que isso acontece, esses “títulos”e tokens agora poderão ser negociados no chamado Mercado Secundário que são basicamente as Exchanges.

É nesse novo mercado que os investidores realizam operações de troca de títulos, ações ou tokens entre si, comprando direto de outros acionistas que estiverem querendo vender seus tokens e não mais das empresas emissoras como havia ocorrido no Mercado Primário.

Negociações no mercado do universo tradicional são mais comuns na rotina diária da Bolsa de Valores, depois que uma empresa abre seu capital suas ações passam a ser negociadas diariamente por elas. Na tokenização, isto é comum os investidores negociarem dentro das exchanges como exemplo Binance, Coinbase, Bitso, Ftx, etc…

Até aqui, falamos porque uma empresa decide abrir seu capital e o que os donos fundadores (e as próprias empresas) ganham com isso.

Mas o que EU ( Investidor/Acionista) ganho com isso?!

Remuneração dos acionistas

Até aqui você já sabe que no mercado tradicional quando você compra uma ação você se torna dono de parte da empresa, ou seja, vira sócio/acionista dela. Na tokenização ainda há fatores regulatórios no Brasil que impedem de empresas tokenizarem seus equities, mas é possível trabalhar desta forma em outros países e em um determinado período se a empresa alcançar bons resultados gerando lucro de tempos em tempos, essa empresa distribuirá parte desse lucro podendo queimar tokens causando o que chamamos de buy-back and burn, fazendo com que todos os investidores anteriores do token tenham maiores lucros, funcionando também como uma similar e eficiente distribuição de dividendos

O que é BUY-BACK and BURN ?

É a recompra que reduz o total de tokens ou ações em circulação no mercado, e que impacta positivamente o preço delas. Da mesma forma, a queima de moedas diminui a oferta de moedas no mercado, aumentando o valor das moedas restantes.

Ainda sobre distribuição de dividendos,

No mercado Brasileiro falando do setor tradicional, a Lei nº 6.406/76 obriga todas as empresas de capital aberto a repassar no mínimo 25% de seu lucro líquido aos acionistas, caso seu estatuto social não determine outra quantia de dividendo que deverá ser igual ou maior que esses 25%. Já na tokenização é interessante que se tenha garantias e lastros mas não há mínimos para repasse. É importante frisar que um ativo digital/token se torna mais interessante quando há seguranças jurídicas e maior liquidez para seus investidores.

Além dos dividendos, no mercado tradicional a segunda forma de benefício paga a acionistas são os Juros sobre o Capital Próprio (JCP).

De acordo com o art. 287 da Lei 6.404/76, os JCP substituem o dividendo de forma parcial ou total e é uma forma de remuneração que os acionistas recebem sobre o dinheiro investido na empresa. A diferença básica entre eles é que enquanto o dividendo representa distribuição de lucros, os JCP representam uma despesa no resultado da empresa.

Por conta disso, a empresa costuma pagar parte dos resultados sob forma de JCP, pois assim elas recebem um benefício fiscal sobre esses valores (de não recolhimento do IRPJ ). Na tokenização esta forma é ainda mais simples, ela ser ofertada com prazo e juros pré fixados em uma simples lâmina de projeto no qual é chamada de white paper, e com o máximo de garantias que podem ser solicitadas pela tokenizadora para que o investimento tenha maior lastro e segurança em sua oferta.

Por último, mas não menos importante, a terceira forma (e talvez a mais popular) de remuneração dos acionistas, é a valorização da empresa e de suas ações (conhecida tecnicamente como Ganho de Capital). Que na tokenização significa a mesma coisa e através de tokens distribuídos no mercado.

Se você escolhe bem onde investir e compra tokens de uma empresa que consegue entregar crescimento robusto ao longo do tempo, seu dinheiro vai crescer e se valorizar junto com essa empresa pois assim como as ações, os tokens passarão a valer cada vez mais. A diferença é que tokens são descentralizados e democratizados, já as ações são centralizadas e monopolizadas em sua grande maioria.

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