Como tokenizamos um ativo?

A tokenização vem crescendo cada dia como uma alternativa ao mercado financeiro tradicional e muitas pessoas já pensam em tokenizar seus ativos. Se você quer sair na frente, não deixe de conferir todo o conteúdo abaixo. Saia na frente ! Tokenize com a BLOCKBR !!! 

"A Tokenização através de Blockchain torna os produtos estruturados 100% mais baratos, rápidos, seguros e transparentes, dando nova vida aos mercados de produtos estruturados de trilhões de dólares."

 

A tokenização através de Blockchain simplifica drasticamente o trabalho de produtos tão complexos, com o qual vários bancos de investimento lidavam anteriormente. A regulamentação e o aumento da atenção do investidor aos custos de comissão enfraqueceram significativamente a posição competitiva dos produtos financeiros estruturados em comparação com os fundos negociados em bolsa (ETF); no entanto, o uso de blockchain está mudando a cada dia esta situação.

 
Menor nível de taxas e maior nível de segurança. As vendas de produtos estruturados diminuíram constantemente nos últimos anos, em parte como resultado de mudanças regulatórias. 
 

Os benefícios da tokenização através de blockchain em resumo;

  • Transparência
  • Custos reduzidos
  • Menor chance de erro humano
  • Risco de liquidação minimizado
  • Ausência potencial de mediadores
  • Democratização de oferta de produtos
  • Descentralização de produtos estruturados
  • Maior rentabilidade para o dono do ativo e investidores

Como tokenizamos um ativo?

Basicamente qualquer tipo de ativo pode ser tokenizado, mas nem tudo vale a pena ser tokenizado.

Quando falamos em tokenização, nos referimos à transformar ativos físicos em  ativos digitais, no qual chamamos de tokens, para que eles possam ser facilmente negociados.

Todo o processo traz diversas vantagens tanto para o dono do ativo que será tokenizado, quanto para quem irá investir nos tokens.

O processo para tokenizar acontece em Cinco (05) etapas:

1 - Viabilidade de tokenização

Na primeira etapa, o seu ativo a ser tokenizado será analisado pela tokenizadora responsável para garantir a sua veracidade e se cumpre os requisitos necessários.

2 - Estruturação do Token

Assim que tudo estiver aprovado para viabilidade do token, entramos no estruturação e caracterização do token, neste processo são  criados contratos legais e financeiros que estabelecerão todos os direitos como detentor do token. Enquanto acontece este processo é criada uma conta Escrow. Ela é importante para que todos recebam suas partes nos investimentos, mas nem sempre é necessária.

3 - Emissão dos Tokens

A segunda etapa do processo de tokenização é o momento em que os Smart Contracts são criados. Tudo isso ocorre dentro de uma rede segura e criptografada chamada Blockchain, para que os tokens possam ser distribuídos aos investidores.

Ela é como uma espécie de livro contábil público e distribuído, formado por blocos informacionais, sequenciais e encadeados processados por diversos computadores ao redor do mundo. É a Blockchain que é responsável por manter as informações invioláveis e seguras.

4 - Distribuição

É nessa terceira etapa que as pessoas interessadas em investir em seu ativo tokenizado têm acesso à oferta dentro da plataforma da tokenizadora, como também em exchanges parceiras onde poderão ser  distribuídos os produtos financeiros (tokens). 

5 - Governança

A última etapa do processo de tokenização de ativos é a da Governança. Assim que os investidores injetarem capital em seu token, devem receber o que lhes for de direito, podendo ser dividendos, juros e a rentabilidade dos tokens.

Para que os investidores possam contar com as atualizações necessárias sobre o andamento do projeto em questão por parte do emissor do token, é preciso que tudo fique à mostra na plataforma.

Esse processo todo gera transparênciasegurançaeficiênciaagilidadediminui os intermediários entre o investidor e os ativos e, por fim, é absolutamente escalável!

Responsabilidades do proprietário do ativo tokenizado

Resumidamente, você, como proprietário dos ativos, deve fornecer a documentação e disponibilizar quaisquer documentos e informações relacionados ao ativo a ser tokenizado.

Também deve:

  • responsabilizar-se pela veracidade dos ativos;
  • abster-se de ceder, negociar ou de qualquer forma onerar os ativos tokenizados;
  • realizar o pagamento (repasse) da remuneração devida aos adquirentes dos tokens.

Para nós da BLOCKBR definimos a tokenização em duas categorias de  tokens 

1 - Tokens de garantias 

 São aqueles que possuem garantias e lastros e trazem segurança para os investidores e menos riscos aos reguladores tendo em vista que possuem um valor pre fixado de pagamento ao investidor e um prazo. São em sua maioria,  tokens que representam antecipações e recebíveis. 

 

2 - Tokens de expeculação c/ lastro

 Tokens podem ser criados até mesmo por um meme, como é o caso da DOGE COIN e seu influenciador Elon Musk. Este tipo de token é péssimo para o mercado pois não possui garantias ou lastros, apenas colabora para manipulação de mercado e captações nada transparentes, o modelo não fecha. O lado bom disso é que seus dias estão contados a partir do momento que os reguladores no mundo todo avançarem ao próximo passo, a real importância e atuação do DEFI.

A BLOCKBR Digital Assets tokeniza ;

= Reservas de um valor monetário – Payment token (Bitcoin)

= O direito ao uso de um serviço – Utility Token 

= O direito de propriedade de um determinado ativo real – Asset Token 

= O direito de dividendos – Security Token 

=  O direito a voto nas decisões de uma empresa – Equity Token 

= Tokens não fungíveis (NFT’s) com subordinação a DEFI   

Não ! Já estamos trabalhando em continentes. 

A BLOCKBR entende que criptoativos são ativos digitais capazes de operar de forma  descentralizada assim como criptomoedas, dando acesso de forma democrática a qualquer individuo esteja onde estiver.  

A BOCKBR tornou possível a tokenização em países onde os laços jurídicos e regulatórios nos aproximaram para grandes avanços do mercado financeiro de assets digitais, como também tecnológico e inovação. 

O que é um ativo?

Um ativo é tudo que tenha valor de mercado e seja propriedade de pessoas ou instituições (Empresas).

Ativos pessoais

Ativos pessoais são aqueles que possuem valor presente ou futuro  pertencentes a um indivíduo ou a um grupo de indivíduos.

Entre os ativos pessoais, podemos citar: dinheiro (Em seu poder ou em um banco), propriedades e terrenos (e tudo o que está atrelado a eles), bens pessoais (joias, roupas, veículos, obras de arte) e investimentos (ações, títulos, anuidades).

Ativos comerciais

Ativos comerciais são aqueles que mantêm a produção e o crescimento de uma empresa. Quando se trata desse tipo de ativos, podemos citar como exemplos: máquinas, matérias-primas, patentes e royalties.

No caso dos ativos comerciais, existem duas subcategorias:

  • ativos circulantes, que podem ser convertidos em dinheiro a curto prazo (como dinheiro, recebíveis, títulos comercializáveis e estoques de mercadorias ou matéria-prima disponíveis para venda).
  • ativos fixos ou não circulantes, que levam um período mais longo para serem convertidos em dinheiro (como maquinários, construções, móveis de escritório, e veículos). Esses ativos também são chamados de tangíveis.

Quais são as licenças necessárias para tokenizar?

Não são todos os processos de tokenização que vão requisitar licenças. Os tokens que não representam valores mobiliários, por exemplo, não precisam ser licenciados por nenhum órgão.

Já os tokens que representam valores mobiliários precisam da licença fornecida pelo órgão regulador que protege e fiscaliza o mercado de capitais.

Quais são as restrições legais para divulgação do ativo?

As restrições para divulgação dependem do ativo que foi tokenizado.

Na família de tokens de Mecanismo de Solidariedade, quase não há restrições legais, porque ela não é entendida como investimento.

Nas famílias de Participação de Empresas e Antecipação de Recebíveis, não pode haver oferta pública. Nesses casos, é permitido explicar qual é o ativo, mas não fazer publicidade e propaganda.

Quando as ofertas forem fechadas (privadas), o material deverá ser direcionado ou acessado de forma individualizada, com o cuidado redobrado para não parecer divulgação pública, “ciência pública”. Assim, estas ofertas aparecem apenas para os investidores inscritos na plataforma.

Investir em startups, projetos e empresas iniciantes envolve riscos. Sempre existe a possibilidade de perda total ou parcial do capital investido, em decorrência do insucesso da iniciativa.

Não deixe de ficar atento, uma vez que as tokenizadoras não se responsabilizam pelos riscos inerentes ao investimento, pela rentabilidade dos ativos ou por eventuais perdas por parte do investidor.

 

Quais o ciclo de vida de um token?

O ciclo de vida de um token pode ser compreendido dentro de três fases: Pré-issuance (ou emissão); Pós-issuance (ou governança) e Resgate.

Você pode visualizar este ciclo a partir da imagem abaixo:

Muitos desses processos explicam o funcionamento geral de outros tokens.

Sabendo disso, vamos explicar detalhadamente cada uma dessas etapas!

Emissão

No token de recebíveis por exemplo, como qualquer oferta de títulos tradicional, é necessário definir os parâmetros de empréstimo pertinentes, como o volume da oferta, a taxa de juros e a duração.

Estes parâmetros são expressos diretamente na lógica do contrato inteligente, tipicamente dentro de um modelo de contrato. A execução em uma plataforma pública de Smart Contract garante a adesão aos termos.

É possível mover todo o processo de oferta, o valuation e o levantamento de investidores na blockchain, mas também é mais comum e prático aplicar os mesmos procedimentos que as ofertas tradicionais.

O advento dos tokens e das stable coins (moedas estáveis), entretanto, tornou mais atraente realizar a compra real de títulos já dentro da blockchain.

Dessa forma, a entrega final dos direitos aos títulos é feita de maneira pré-programada, aliviando a necessidade de agentes de pagamento e serviços de caução, reduzindo assim os custos de emissão.

Entretanto, o cumprimento das normas de KYC (Know Your Customer) nas funções do Smart Contract é ainda enxergado como o principal desafio, embora muitas empresas já tenham desenvolvido métodos eficientes para lidar com esta questão.

Governança

A etapa de governança diz respeito à manutençãopossíveis negociações e remunerações periódicas dos tokens. Nesta etapa, existem alguns fatores a serem considerados.

Custódia

Assim como (quase) todos os ativos digitais, os tokens que representam os títulos precisam ser armazenáveis, transferíveis, negociáveis e recuperáveis com segurança durante a vida útil do título.

As instituições financeiras têm muitas opções para custódia e armazenamento de ativos digitais, e estas opções também estão disponíveis para os tokens de recebíveis. Para esses fins, é uma vantagem para o contrato inteligente aderir às normas, tais como a especificação ERC-20.

Infelizmente, porém, o ecossistema ainda está em fase de consolidação quando se trata de padrões que suportam funcionalidades mais complexas.

Negociações

Como as instituições emissoras de títulos tokenizados estão sujeitas a várias regulamentações em praticamente todas as jurisdições, a transferência sem permissão é inviável.

Porém, já surgiram abordagens para conciliar o comportamento intencional dos donos dos tokens e a natureza resistente à censura das blockchains públicas, seja com uma simples lista de permissões ou com aprovações de transferência “just-in-time”.

Encontrar o melhor equilíbrio entre a experiência do usuário final e a escalabilidade da plataforma estrutural continua sendo um desafio.

Um requisito fundamental quando se trata da tokenização de recebíveis é a capacidade de precificar o token e seus riscos em um mercado secundário.

Para muitos títulos, isto pode acontecer em exchanges centralizadas ou pela blockchain em exchanges descentralizadas. Entretanto, evitar a fragmentação da liquidez entre plataformas é ainda mais importante com a antecipação de recebíveis, que normalmente sofre com a falta de liquidez.

Mesmo que a segurança dos Smart Contracts seja muito avançada, tokens de recebíveis normalmente contêm uma funcionalidade de administrador para permitir atuações em circunstâncias imprevistas, por exemplo, pausando todas as transferências.

Além disso, é aconselhável que os emissores sejam capazes de lidar com a perda de chaves privadas por parte dos donos dos tokens. Isto é especialmente relevante quando os pagamentos de remunerações e resgates acontecem pela blockchain.

Remunerações

Finalmente, a antecipação de recebíveis pode incluir pagamentos regulares de remunerações mesmo quando tokenizada.

A blockchain pública faz com que seja mais conveniente para os emissores determinar os beneficiários finais desses pagamentos: as carteiras com os mesmos endereços que possuem o token em uma determinada data no tempo.

Assim, os donos dos tokens podem receber a quantidade apropriada de stablecoins ou de outro meio de pagamento adequado para a blockchain.

Dessa forma, a natureza flexível dos contratos inteligentes permite que os eventos do calendário corporativo sejam integrados ao próprio ativo.

Resgate

Geralmente, ao final do projeto, o aporte principal é devolvido aos atuais portadores do token.

Da mesma maneira como ocorre com as remunerações, isso pode ser realizado de forma prática pela blockchain com o uso de moedas estáveis e acontece, normalmente, após as transferências dos tokens de recebíveis terem sido desativadas.

Neste momento, os tokens também são recolhidos e os smart contracts são destruídos ou desativados perpetuamente.

Assim, o ciclo de vida do token chega ao fim. E o mesmo processo acontece para outras tokenizações de recebíveis.

O que é e como funciona uma Conta Escrow?

Primeiramente, é importante entender que o termo “Conta Escrow” ou “Escrow Account” não possui uma tradução literal para a nossa língua, por isso utilizamos a língua original no dia a dia.

Pode-se dizer que uma Conta Escrow é uma “conta controlada” ou “conta de garantia”.

Ela é utilizada como mecanismo para transações que envolvem grandes quantias entre partes. Assim, os grandes riscos que estariam presentes nessas transações volumosas podem ser mitigados.

No momento da criação da conta, as partes envolvidas abrem uma conta, que é formalizada através de um contrato Escrow. Nesse contrato, as partes em comum determinam quais regras de investimento ou desembolso dos recursos depositados.

No ato, é necessário que as partes escolham uma terceira, chamada de agente Escrow (ou depositário Escrow) para representar a parte neutra da negociação.

Normalmente, a terceira parte indicada é uma instituição bancária e é ela que se responsabilizará pela guardaadministração e destinação dos ativos depositados na conta Escrow, obedecendo tudo o que está pré-estabelecido no contrato.

Assim, existe uma maior garantia de que a negociação entre as partes ocorrerá, afinal, elas terão a certeza de que o valor será liberado de acordo com os termos acordados e apenas se as condições e etapas da negociação estiverem cumpridas.

 

Como a Conta Escrow está relacionada com a antecipação de recebíveis?

Quando se trata da antecipação de recebíveis e a sua empresa cria uma conta, cedendo o direito de movimentação a securitizadoras ou a um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios), os títulos de recebíveis da sua empresa são antecipados no mesmo momento.

Quando os clientes forem pagar, a quantia será depositada na Conta Escrow.

Dessa forma, a conta servirá como garantia para ampliar um limite de crédito do seu negócio. É uma excelente opção caso você tenha buscado outras opções de crédito no mercado que não atendam às necessidades da sua empresa.

Conta Escrow e tokenização

A criação de uma Conta Escrow no processo de tokenização irá depender das suas necessidades. Para entender melhor, é importante saber o que são tokens e o processo de tokenização.

Os tokens são representações digitais de partes de um ativo. Eles podem representar tanto ativos tangíveis (como imóveis, automóveis e obras de arte, por exemplo) quanto intangíveis (como patentes e carreiras de profissionais).

Eles servem para trazer vantagens tanto para os emissores quanto para os investidores, aumentando a liquidez de ativos, oferecendo acesso a ativos de alta performance e reduzindo os custos.

 

Quando criar uma Conta Escrow na tokenização do seu ativo?

É logo na primeira etapa que você verificará a necessidade de criar a Conta Escrow. 

Inicialmente, a empresa tokenizadora avalia o ativo que um emissor pretende tokenizar para verificar sua existência e se ele se enquadra em certos requisitos. Além disso, é desenvolvido um contrato jurídico que estabelece todos os direitos dos detentores do token.

Em seguida, os Smart Contracts são instantaneamente criados dentro de uma uma rede segura e criptografada chamada Blockchain.

Quando se trata da Conta Escrow no processo de tokenização, é ela que receberá e manterá seguro todo o capital investido até que a arrecadação-alvo tenha sido alcançada e a devida diligência do ativo alvo tenha sido concluída.

Se esses dois critérios forem atendidos, então o capital será liberado para o proprietário do ativo e os investidores receberão seus tokens correspondentes.

Entretanto, a Conta Escrow só é necessária para alguns investimentos, principalmente os de altos valores, em que seja necessária a garantia de que a transição não seja de risco e que todos recebam as suas devidas partes.

O que são os Security Tokens?

Para entender o que são os Security Tokens, basta ter em mente as ações da Bolsa de Valores ou valores mobiliários. Aliás, as ações são bastante comparadas a esses tokens, uma vez que o valor deriva de um ativo externo que pode ser negociado.

Uma característica importante dos Security Tokens é que eles estão sujeitos às leis federais que regem os valores mobiliários. As consequências do não cumprimento da legislação vigente podem incluir diversos tipos de penalidades, até mesmo a descontinuidade de um projeto em desenvolvimento.

Por outro lado, os detentores de tokens que atendem a regulamentação das leis contam com uma variedade de aplicações. A mais promissora delas costuma ser tokens de Participação de Empresa.

Outra importante vantagem é que os detentores desse tipo de token geralmente recebem os dividendos de seus investimentos por meio de tokens adicionais!

 

Security Tokens do padrão Ethereum

Os padrões principais para representar os Security Tokens do padrão Ethereum incluem ERC-20 e ERC-1400. Entretanto, existem alguns padrões adicionais, como o DS Protocol, o R-Token, o T-REX, o SFT e o ERC-1404.

Para que sejam compatíveis com as wallets e as Blockchains, um emissor deve usar os mesmos padrões que os outros players. No entanto, o padrão ERC-20 não permite a aplicação das regras e regulamentos que regem os títulos privados.

Existem algumas opções que os emissores de Security Tokens devem buscar quando estiverem escolhendo o padrão apropriado. São elas:

  1. Compliance Codificada– as regras de transferência estão embutidas nos títulos e nunca podem ser transferidas para um indivíduo inelegível nos mercados primário ou secundário.
  2. Custos Reduzidos– as taxas de liquidação e reconciliação são drasticamente reduzidas com transferências P2P compatíveis.
  3. Títulos Controlados– os emissores permanecem no controle dos tokens, mesmo com a auto custódia do investidor.
  4. Maior Transferibilidade– a redução dos pontos de atrito em toda a cadeia de valor desbloqueia ativos altamente transferíveis.

protocolo ERC-20 é o padrão original e mais antigo para a emissão de tokens. No entanto, ele tem suas próprias vulnerabilidades e desvantagens. Por exemplo, os tokens poderiam ser retirados do Smart Contract sem possibilidade de recuperação.

Além disso, um investidor poderia não recuperar seus tokens caso os enviasse para uma wallet com um padrão diferente do ERC-20. Ele também poderia não recuperar seus tokens caso perdesse sua chave privada.

Existem também questões regulamentares e de compliance, como a dificuldade de definir todos os procedimentos KYC e AML necessários dentro do padrão ERC-20. Por exemplo, você não pode impor um procedimento KYC para negociação no mercado secundário.

Nesse caso, muitos protocolos alternativos foram desenvolvidos para ajudar a atender às necessidades do mercado de Security Tokens. Todas essas alternativas são compatíveis com o padrão ERC-20, o que significa que podem ser facilmente armazenadas, trocadas e transferidas com infraestrutura ERC-20.

Alternativas para O ERC-20 da Ethereum incluem:

DS Protocol

O DS Protocol é um protocolo de código aberto, que foi desenvolvido pela Securitize especificamente para títulos e oferece suporte a aplicativos de terceiros.

Existem aplicativos DS especiais, que tratam de eventos relevantes relacionados aos direitos econômicos tokenizados (emissão, negociação, geração de tabela de limite, eventos de governança, pagamentos necessários). Este protocolo também possui serviços integrados de conformidade e registro.

Os tokens feitos com o uso deste protocolo são fáceis de serem gerenciados pelos proprietários, que recebem regularmente várias atualizações relacionadas.

R-Token

O R-token é um token do tipo ERC-20 feito pela Harbor com alguns recursos extras adicionados: KYC integrado, AML e serviços de tributação, bem como algumas funcionalidades flexíveis que ajudam o emissor a fazer a configuração regulatória necessária. O padrão R-token permite a criação de títulos regulamentados tokenizados.

T-REX

O T-REX é um protocolo construído na rede Ethereum que foi criada pela Tokeny Solutions, recentemente renomeada como Tokeny Sarl. Embora o T-REX seja baseado no padrão ERC-20, ele tem mais de 100 opções que podem ser usadas pelos emissores para garantir a conformidade e gerenciar o controle para o emissor, agentes e investidores.

SFT

O protocolo SFT, da Hyperlink Capital, utiliza a linguagem de programação Solidity, usada pelos desenvolvedores da rede Ethereum, que torna o SFT parte da rede. Basicamente, este protocolo é semelhante ao ERC-20, com os mesmos recursos confortáveis que permitem construir facilmente um Smart Contracts. No entanto, é mais complexo e seguro e é por isso que permite tokenizar títulos de dívida e com base em ações.

ERC-1404

O ERC-1404 foi desenvolvido pela Tokensoft e é baseado no padrão ERC-1400. Ele é o padrão aprovado de Security Tokens baseado na rede Ethereum. O que significa que ele atende aos requisitos de segurança e conformidade necessários, incluindo KYC e AML embutidos (para o mercado primário e secundário).

Esses são os 5 principais padrões de Security Tokens do padrão Ethereum!

 

 

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A tokenização vem crescendo cada vez mais como uma alternativa ao mercado financeiro atual e muitas pessoas estão começando a pensar em tokenizar seus ativos. Se você quer sair na frente, não deixe de conferir este artigo em que explicamos tudo o que você precisa saber sobre como tokenizar um ativo.

O que é um ativo?

Antes de explicar como tokenizar um ativo, precisamos estabelecer alguns conceitos. Um ativo é tudo aquilo que tenha valor e seja propriedade de pessoas ou organizações. Para ajudar a entender melhor, existem algumas categorias de ativos.

Ativos pessoais

Podemos definir os ativos pessoais como aqueles que possuem valor presente ou futuro e pertence a um indivíduo ou a um grupo de indivíduos, como, por exemplo, uma família.

Entre os ativos pessoais, podemos citar: dinheiro (tanto o que está na sua mão quanto em um banco ou sendo investido), propriedades e terrenos (e tudo o que está atrelado a eles), bens pessoais (joias, roupas, veículos, obras de arte) e investimentos (ações, títulos, anuidades).

Ativos comerciais

Já os ativos comerciais são aqueles que mantêm a produção e o crescimento de uma empresa. Quando se trata desse tipo de ativos, podemos citar como exemplos: máquinas, matérias-primas, patentes e royalties.

No caso dos ativos comerciais, existem duas subcategorias:

  • ativos circulantes, que podem ser convertidos em dinheiro a curto prazo (como dinheiro, recebíveis, títulos comercializáveis e estoques de mercadorias ou matéria-prima disponíveis para venda).
  • ativos fixos ou não circulantes, que levam um período mais longo para serem convertidos em dinheiro (como maquinários, construções, móveis de escritório, e veículos). Esses ativos também são chamados de tangíveis.

Como tokenizar um ativo?

Basicamente qualquer tipo de ativo pode ser tokenizado. Inclusive, diversos setores já estão tokenizando seus ativos.

Quando falamos em tokenização, nos referimos à ação de converter esses ativos (que possuem um valor econômico) em um formato digital, para que eles possam ser facilmente negociados.

Todo o processo traz diversas vantagens tanto para você, dono do ativo que será tokenizado, quanto para quem irá investir nos seus tokens.

O processo para tokenizar acontece em, basicamente, quatro etapas:

Estruturação do Token

Na primeira etapa, o seu ativo a ser tokenizado será analisado pela tokenizadora responsável para garantir a sua veracidade e se cumpre os requisitos necessários.

Assim que tudo estiver nos conformes, será criado um contrato legal que estabelecerá todos os seus direitos como detentor do token. Enquanto isso, em paralelo, uma conta Escrow é aberta. Ela é importante para que todos recebam suas partes em certos investimentos, mas não é sempre que é necessária.

Emissão dos Tokens

A segunda etapa do processo de tokenização é o momento em que os Smart Contracts são criados instantaneamente. Tudo isso ocorre dentro de uma rede segura e criptografada chamada Blockchain, para que os tokens possam ser distribuídos aos investidores.

Ela é como uma espécie de livro contábil público e distribuído, formado por blocos informacionais, sequenciais e encadeados processados por diversos computadores ao redor do mundo. É a Blockchain que é responsável por manter as informações invioláveis e seguras.

Distribuição

É nessa terceira etapa que as pessoas interessadas em investir em seu ativo tokenizado têm acesso à oferta dentro da plataforma da tokenizadora, e podem finalmente investir em seu token com o capital que preferirem.

Governança

A última etapa do processo de tokenização de ativos é a da Governança. Assim que os investidores injetarem capital em seu token, devem receber o que lhes for de direito, podendo ser dividendos, juros e a rentabilidade dos tokens.

Para que os investidores possam contar com as atualizações necessárias sobre o andamento do projeto em questão por parte do emissor do token, é preciso que tudo fique à mostra na plataforma.

Esse processo todo gera transparênciasegurançaeficiênciaagilidadediminui os intermediários entre o investidor e os ativos e, por fim, é absolutamente escalável!

Não deixe de conferir este vídeo para entender mais sobre o processo de tokenização de ativos.

Responsabilidades do proprietário do ativo tokenizado

Resumidamente, você, como proprietário dos ativos, deve fornecer a documentação e disponibilizar quaisquer documentos e informações relacionados ao ativo a ser tokenizado.

Também deve:

  • responsabilizar-se pela veracidade dos ativos;
  • abster-se de ceder, negociar ou de qualquer forma onerar os ativos tokenizados;
  • realizar o pagamento (repasse) da remuneração devida aos adquirentes dos tokens.

Quais são as licenças necessárias para tokenizar?

Não são todos os processos de tokenização que vão requisitar licenças. Os tokens que não representam valores mobiliários, por exemplo, não precisam ser licenciados por nenhum órgão.

Já os tokens que representam valores mobiliários precisam da licença fornecida pelo órgão regulador que protege e fiscaliza o mercado de capitais.

Quais são as restrições legais para divulgação do ativo?

As restrições para divulgação dependem do ativo que foi tokenizado.

Na família de tokens de Mecanismo de Solidariedade, quase não há restrições legais, porque ela não é entendida como investimento.

Nas famílias de Participação de Empresas e Antecipação de Recebíveis, não pode haver oferta pública. Nesses casos, é permitido explicar qual é o ativo, mas não fazer publicidade e propaganda.

Quando as ofertas forem fechadas (privadas), o material deverá ser direcionado ou acessado de forma individualizada, com o cuidado redobrado para não parecer divulgação pública, “ciência pública”. Assim, estas ofertas aparecem apenas para os investidores inscritos na plataforma.

Investir em startups, projetos e empresas iniciantes envolve riscos. Sempre existe a possibilidade de perda total ou parcial do capital investido, em decorrência do insucesso da iniciativa.

Não deixe de ficar atento, uma vez que as tokenizadoras não se responsabilizam pelos riscos inerentes ao investimento, pela rentabilidade dos ativos ou por eventuais perdas por parte do investidor

O ciclo de vida de um token de recebíveis

A tokenização está adquirindo cada vez mais espaço no mercado e as blockchain públicas estão tendo seus usos potencializados.

O interesse em ativos tokenizados também vem aumentando e, de acordo com o Projection of Tokenized Assets Market 2021 – 2025 da Finoa, a categoria de investimentos tem seu valor estimado em 2.6 trilhões de dólares.

Uma das aplicações mais utilizadas hoje é a tokenização da antecipação de recebíveis.

Com a aceleração deste mercado, vale a pena entender melhor o ciclo de vida dos tokens de recebíveis e o funcionamento do projeto de ponta a ponta, comparando aos meios tradicionais.

O ciclo de vida de um token

O ciclo de vida de um token pode ser compreendido dentro de três fases: Pré-issuance (ou emissão); Pós-issuance (ou governança) e Resgate.

Você pode visualizar este ciclo a partir da imagem abaixo:

Embora estejamos focados no token de recebíveis, muitos desses processos explicam o funcionamento geral de outros tokens.

Sabendo disso, vamos explicar detalhadamente cada uma dessas etapas!

Emissão

No token de recebíveis, como qualquer oferta de títulos tradicional, é necessário definir os parâmetros de empréstimo pertinentes, como o volume da oferta, a taxa de juros e a duração.

Estes parâmetros são expressos diretamente na lógica do contrato inteligente, tipicamente dentro de um modelo de contrato. A execução em uma plataforma pública de Smart Contract garante a adesão aos termos.

É possível mover todo o processo de oferta, o valuation e o levantamento de investidores na blockchain, mas também é mais comum e prático aplicar os mesmos procedimentos que as ofertas tradicionais.

O advento dos tokens e das stable coins (moedas estáveis), entretanto, tornou mais atraente realizar a compra real de títulos já dentro da blockchain.

Dessa forma, a entrega final dos direitos aos títulos é feita de maneira pré-programada, aliviando a necessidade de agentes de pagamento e serviços de caução, reduzindo assim os custos de emissão.

Entretanto, o cumprimento das normas de KYC (Know Your Customer) nas funções do Smart Contract é ainda enxergado como o principal desafio, embora muitas empresas já tenham desenvolvido métodos eficientes para lidar com esta questão.

Governança

A etapa de governança diz respeito à manutençãopossíveis negociações e remunerações periódicas dos tokens. Nesta etapa, existem alguns fatores a serem considerados.

Custódia

Assim como (quase) todos os ativos digitais, os tokens que representam os títulos precisam ser armazenáveis, transferíveis, negociáveis e recuperáveis com segurança durante a vida útil do título.

As instituições financeiras têm muitas opções para custódia e armazenamento de ativos digitais, e estas opções também estão disponíveis para os tokens de recebíveis. Para esses fins, é uma vantagem para o contrato inteligente aderir às normas, tais como a especificação ERC-20.

Infelizmente, porém, o ecossistema ainda está em fase de consolidação quando se trata de padrões que suportam funcionalidades mais complexas.

Negociações

Como as instituições emissoras de títulos tokenizados estão sujeitas a várias regulamentações em praticamente todas as jurisdições, a transferência sem permissão é inviável.

Porém, já surgiram abordagens para conciliar o comportamento intencional dos donos dos tokens e a natureza resistente à censura das blockchains públicas, seja com uma simples lista de permissões ou com aprovações de transferência “just-in-time”.

Encontrar o melhor equilíbrio entre a experiência do usuário final e a escalabilidade da plataforma estrutural continua sendo um desafio.

Um requisito fundamental quando se trata da tokenização de recebíveis é a capacidade de precificar o token e seus riscos em um mercado secundário.

Para muitos títulos, isto pode acontecer em exchanges centralizadas ou pela blockchain em exchanges descentralizadas. Entretanto, evitar a fragmentação da liquidez entre plataformas é ainda mais importante com a antecipação de recebíveis, que normalmente sofre com a falta de liquidez.

Mesmo que a segurança dos Smart Contracts seja muito avançada, tokens de recebíveis normalmente contêm uma funcionalidade de administrador para permitir atuações em circunstâncias imprevistas, por exemplo, pausando todas as transferências.

Além disso, é aconselhável que os emissores sejam capazes de lidar com a perda de chaves privadas por parte dos donos dos tokens. Isto é especialmente relevante quando os pagamentos de remunerações e resgates acontecem pela blockchain.

Remunerações

Finalmente, a antecipação de recebíveis pode incluir pagamentos regulares de remunerações mesmo quando tokenizada.

A blockchain pública faz com que seja mais conveniente para os emissores determinar os beneficiários finais desses pagamentos: as carteiras com os mesmos endereços que possuem o token em uma determinada data no tempo.

Assim, os donos dos tokens podem receber a quantidade apropriada de stablecoins ou de outro meio de pagamento adequado para a blockchain.

Dessa forma, a natureza flexível dos contratos inteligentes permite que os eventos do calendário corporativo sejam integrados ao próprio ativo.

Resgate

Geralmente, ao final do projeto, o aporte principal é devolvido aos atuais portadores do token.

Da mesma maneira como ocorre com as remunerações, isso pode ser realizado de forma prática pela blockchain com o uso de moedas estáveis e acontece, normalmente, após as transferências dos tokens de recebíveis terem sido desativadas.

Neste momento, os tokens também são recolhidos e os smart contracts são destruídos ou desativados perpetuamente.

Assim, o ciclo de vida do token chega ao fim. E o mesmo processo acontece para outras tokenizações de recebíveis.

Conta Escrow: entenda o que é e como funciona!

Se você está entrando agora no universo dos investimentos, talvez já deva ter cruzado com o termo “Conta Escrow” ou “Escrow Account”. E, caso ainda não tenha ouvido falar, com certeza você vai ouvir em algum momento.

Para que não haja qualquer dúvida a respeito do assunto, preparamos este artigo com tudo o que você precisa saber.

Boa leitura!

O que é e como funciona uma Conta Escrow?

Primeiramente, é importante entender que o termo “Conta Escrow” ou “Escrow Account” não possui uma tradução literal para a nossa língua, por isso utilizamos a língua original no dia a dia.

Pode-se dizer que uma Conta Escrow é uma “conta controlada” ou “conta de garantia”.

Ela é utilizada como mecanismo para transações que envolvem grandes quantias entre partes. Assim, os grandes riscos que estariam presentes nessas transações volumosas podem ser mitigados.

No momento da criação da conta, as partes envolvidas abrem uma conta, que é formalizada através de um contrato Escrow. Nesse contrato, as partes em comum determinam quais regras de investimento ou desembolso dos recursos depositados.

No ato, é necessário que as partes escolham uma terceira, chamada de agente Escrow (ou depositário Escrow) para representar a parte neutra da negociação.

Normalmente, a terceira parte indicada é uma instituição bancária e é ela que se responsabilizará pela guardaadministração e destinação dos ativos depositados na conta Escrow, obedecendo tudo o que está pré-estabelecido no contrato.

Assim, existe uma maior garantia de que a negociação entre as partes ocorrerá, afinal, elas terão a certeza de que o valor será liberado de acordo com os termos acordados e apenas se as condições e etapas da negociação estiverem cumpridas.

Como a Conta Escrow está relacionada com a antecipação de recebíveis?

Quando se trata da antecipação de recebíveis e a sua empresa cria uma conta, cedendo o direito de movimentação a securitizadoras ou a um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios), os títulos de recebíveis da sua empresa são antecipados no mesmo momento.

Quando os clientes forem pagar, a quantia será depositada na Conta Escrow.

Dessa forma, a conta servirá como garantia para ampliar um limite de crédito do seu negócio. É uma excelente opção caso você tenha buscado outras opções de crédito no mercado que não atendam às necessidades da sua empresa.

Conta Escrow e tokenização

A criação de uma Conta Escrow no processo de tokenização irá depender das suas necessidades. Para entender melhor, é importante saber o que são tokens e o processo de tokenização.

Os tokens são representações digitais de partes de um ativo. Eles podem representar tanto ativos tangíveis (como imóveis, automóveis e obras de arte, por exemplo) quanto intangíveis (como patentes e carreiras de profissionais).

Eles servem para trazer vantagens tanto para os emissores quanto para os investidores, aumentando a liquidez de ativos, oferecendo acesso a ativos de alta performance e reduzindo os custos.

Nem todos os tokens funcionam da mesma maneira, mas você pode saber mais sobre os diferentes tipos de tokens aqui.

processo de tokenização acontece em 4 etapas principais. Você pode saber como é o processo completo nesse artigo do nosso blog!

Quando criar uma Conta Escrow na tokenização do seu ativo?

É logo na primeira etapa que você verificará a necessidade de criar a Conta Escrow. 

Inicialmente, a empresa tokenizadora avalia o ativo que um emissor pretende tokenizar para verificar sua existência e se ele se enquadra em certos requisitos. Além disso, é desenvolvido um contrato jurídico que estabelece todos os direitos dos detentores do token.

Em seguida, os Smart Contracts são instantaneamente criados dentro de uma uma rede segura e criptografada chamada Blockchain.

Quando se trata da Conta Escrow no processo de tokenização, é ela que receberá e manterá seguro todo o capital investido até que a arrecadação-alvo tenha sido alcançada e a devida diligência do ativo alvo tenha sido concluída.

Se esses dois critérios forem atendidos, então o capital será liberado para o proprietário do ativo e os investidores receberão seus tokens correspondentes.

Entretanto, a Conta Escrow só é necessária para alguns investimentos, principalmente os de altos valores, em que seja necessária a garantia de que a transição não seja de risco e que todos recebam as suas devidas partes.

Entendeu como funciona a Conta Escrow e quando é necessária a sua criação no processo de tokenização?

Saiba mais sobre os tipos de Security Tokens do padrão Ethereum

A tokenização vem ganhando cada vez mais espaço no mercado. É só observar os principais setores que já tokenizam. Entretanto, existem diversos tipos de token disponíveis. E, neste artigo, iremos falar mais sobre os tipos de Security Tokens do padrão Ethereum.

Boa leitura!

O que são os Security Tokens?

Para entender o que são os Security Tokens, basta ter em mente as ações da Bolsa de Valores ou valores mobiliários. Aliás, as ações são bastante comparadas a esses tokens, uma vez que o valor deriva de um ativo externo que pode ser negociado.

Uma característica importante dos Security Tokens é que eles estão sujeitos às leis federais que regem os valores mobiliários. As consequências do não cumprimento da legislação vigente podem incluir diversos tipos de penalidades, até mesmo a descontinuidade de um projeto em desenvolvimento.

Por outro lado, os detentores de tokens que atendem a regulamentação das leis contam com uma variedade de aplicações. A mais promissora delas costuma ser tokens de Participação de Empresa.

Outra importante vantagem é que os detentores desse tipo de token geralmente recebem os dividendos de seus investimentos por meio de tokens adicionais!

Security Tokens do padrão Ethereum

Os padrões principais para representar os Security Tokens do padrão Ethereum incluem ERC-20 e ERC-1400. Entretanto, existem alguns padrões adicionais, como o DS Protocol, o R-Token, o T-REX, o SFT e o ERC-1404.

Para que sejam compatíveis com as wallets e as Blockchains, um emissor deve usar os mesmos padrões que os outros players. No entanto, o padrão ERC-20 não permite a aplicação das regras e regulamentos que regem os títulos privados.

Existem algumas opções que os emissores de Security Tokens devem buscar quando estiverem escolhendo o padrão apropriado. São elas:

  1. Compliance Codificada– as regras de transferência estão embutidas nos títulos e nunca podem ser transferidas para um indivíduo inelegível nos mercados primário ou secundário.
  2. Custos Reduzidos– as taxas de liquidação e reconciliação são drasticamente reduzidas com transferências P2P compatíveis.
  3. Títulos Controlados– os emissores permanecem no controle dos tokens, mesmo com a auto custódia do investidor.
  4. Maior Transferibilidade– a redução dos pontos de atrito em toda a cadeia de valor desbloqueia ativos altamente transferíveis.

protocolo ERC-20 é o padrão original e mais antigo para a emissão de tokens. No entanto, ele tem suas próprias vulnerabilidades e desvantagens. Por exemplo, os tokens poderiam ser retirados do Smart Contract sem possibilidade de recuperação.

Além disso, um investidor poderia não recuperar seus tokens caso os enviasse para uma wallet com um padrão diferente do ERC-20. Ele também poderia não recuperar seus tokens caso perdesse sua chave privada.

Existem também questões regulamentares e de compliance, como a dificuldade de definir todos os procedimentos KYC e AML necessários dentro do padrão ERC-20. Por exemplo, você não pode impor um procedimento KYC para negociação no mercado secundário.

Nesse caso, muitos protocolos alternativos foram desenvolvidos para ajudar a atender às necessidades do mercado de Security Tokens. Todas essas alternativas são compatíveis com o padrão ERC-20, o que significa que podem ser facilmente armazenadas, trocadas e transferidas com infraestrutura ERC-20.

Alternativas para O ERC-20 da Ethereum incluem:

DS Protocol

O DS Protocol é um protocolo de código aberto, que foi desenvolvido pela Securitize especificamente para títulos e oferece suporte a aplicativos de terceiros.

Existem aplicativos DS especiais, que tratam de eventos relevantes relacionados aos direitos econômicos tokenizados (emissão, negociação, geração de tabela de limite, eventos de governança, pagamentos necessários). Este protocolo também possui serviços integrados de conformidade e registro.

Os tokens feitos com o uso deste protocolo são fáceis de serem gerenciados pelos proprietários, que recebem regularmente várias atualizações relacionadas.

R-Token

O R-token é um token do tipo ERC-20 feito pela Harbor com alguns recursos extras adicionados: KYC integrado, AML e serviços de tributação, bem como algumas funcionalidades flexíveis que ajudam o emissor a fazer a configuração regulatória necessária. O padrão R-token permite a criação de títulos regulamentados tokenizados.

T-REX

O T-REX é um protocolo construído na rede Ethereum que foi criada pela Tokeny Solutions, recentemente renomeada como Tokeny Sarl. Embora o T-REX seja baseado no padrão ERC-20, ele tem mais de 100 opções que podem ser usadas pelos emissores para garantir a conformidade e gerenciar o controle para o emissor, agentes e investidores.

SFT

O protocolo SFT, da Hyperlink Capital, utiliza a linguagem de programação Solidity, usada pelos desenvolvedores da rede Ethereum, que torna o SFT parte da rede. Basicamente, este protocolo é semelhante ao ERC-20, com os mesmos recursos confortáveis que permitem construir facilmente um Smart Contracts. No entanto, é mais complexo e seguro e é por isso que permite tokenizar títulos de dívida e com base em ações.

ERC-1404

O ERC-1404 foi desenvolvido pela Tokensoft e é baseado no padrão ERC-1400. Ele é o padrão aprovado de Security Tokens baseado na rede Ethereum. O que significa que ele atende aos requisitos de segurança e conformidade necessários, incluindo KYC e AML embutidos (para o mercado primário e secundário).

Esses são os 5 principais padrões de Security Tokens no padrão Ethereum

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